Doenças ligadas à vitamina D geram ‘corrida’ por exames

Doenças ligadas à vitamina D geram ‘corrida’ por exames

A principal fonte de vitamina D não está na alimentação, mas no sol. Com cerca de dez minutos diários, é possível regular o nível da substância no organismo. Mas, com o uso do protetor solar – essencial para a saúde da pele, por sua vez –, essa exposição saudável está cada vez menos frequente, fazendo com que pelo menos 60% dos brasileiros apresentem insuficiência ou deficiência da substância.
Esse índice tem sido um alerta para que pacientes e médicos busquem investigar os níveis de vitamina D no organismo, afirma o médico endocrinologista William Pedrosa.

Enquanto ao longo de 2013 foram realizados, em média, 84 mil análises por mês, em 2014 o número saltou para 112 mil. Se comparado o período de janeiro a junho de 2013 e de 2014, o laboratório estudado teve um aumento de 50% na quantidade de exames. “Um exame de sangue simples é suficiente para que se avalie a situação em cada organismo. Qualquer médico pode fazer a solicitação”, explica.

Para Pedrosa, a “corrida” pelos exames de nível da vitamina D passou a acontecer depois que a ausência da substância começou a ser associada a enfermidades como a esclerose múltipla – uma doença crônica do sistema nervoso central que acomete diversas funções do organismo –, conforme O TEMPO mostrou na edição de segunda-feira.

“Se antes se tinha uma associação clara e bem demarcada da ausência da vitamina com as doenças ósseas, nos últimos anos apareceram várias publicações associando essa deficiência a outras patologias, como câncer, diabetes e doenças autoimunes”, afirma Pedrosa.

Suplemento. Em uma consulta de rotina, a dona de casa Elizabeth Nogueira, 55, descobriu que estava com baixo nível de vitamina D. “Como tomo pouco sol, a endocrinologista me passou um suplemento que tomei por três meses e no próximo ‘check up’ vamos fazer a contagem (da vitamina) de novo. A única mudança foi em relação às unhas que pararam de quebrar e ficaram mais resistentes”, diz.

Após descobrir ser portadora da esclerose múltipla há quatro anos, a comerciante Laís Rocha, 53, tentou alguns tratamentos convencionais, como a pulsoterapia, mas nada lhe devolveu a vitalidade, como o uso da vitamina D. “Sentia fadiga extrema, cansaço, dores na coluna, parecia que meu corpo ia acabar. Hoje levo uma vida normal”, relata.

Indicações. Para os quadros de osteoporose e raquitismo, cuja associação entre a ausência de vitamina e as doenças já são um consenso, “a investigação dos níveis da vitamina já é bem definida e a suplementação já é bem conhecida”.

Segundo o endocrinologista, a investigação é ideal para se evitar outros problemas. “Níveis acima de 150 nanogramas por mililitros (ng/ml) poderiam estar associados a intoxicação, levando a níveis mais elevados de cálcio e provocando alterações musculares e no funcionamento do coração”, diz.

Por outro lado, Pedrosa aconselha mais cautela. “O fato de estar associado à apresentação da doença não significa que o baixo nível é fator causal. Isso vem gerando um número elevado de solicitações e ainda não há consenso sobre a relação com as doenças que não sejam do metabolismo ósseo”, explica.

Fonte: www.otempo.com.br

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Segundo os pesquisadores da UCL (University College of London), o exame poderá identificar o perigo de desenvolver a doença dez anos antes de ela acontecer.

O principal autor do estudo, Martin Widschendter, o foco do exame seria nas mulheres que estão na fase pós-menopausa.

― Realizaríamos o teste a cada cinco anos e, depois, identificaríamos o risco as paciente em desenvolver a doença. Dependendo do risco, realizaríamos mudanças nos fatores ambientais que influenciam a doença.

Para chegar ao diagnóstico seriam avaliados os fatores ambientais, como o tabagismo, alimentação, consumo de álcool e exposição à substâncias químicas.

Segundo Widschendter, ainda é necessário que o exame seja testado em pessoas, mas ele acredita que a pesquisa poderá ser finalizada em até sete anos. Assim, os testes estariam prontos até 2020.

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