Beber cerveja protege o cérebro contra o Alzheimer

Beber cerveja protege o cérebro contra o Alzheimer

A queridinha dos happy hours ataca novamente. A ciência já sabe que a cerveja diminui o risco de infarto, de pedra nos rins e aumenta o colesterol bom. Agora, pesquisadores na Finlândia descobriram que beber cerveja pode diminuir o acúmulo de proteínas que causam os sintomas do Alzheimer e proteger o cérebro.

O estudo analisou o cérebro de 125 homens que morreram em Helsinki, de 35 a 70 anos. Os homens mais velhos tinham uma quantidade maior de placas das proteínas beta-amilóides - o que é normal, considerando que o Alzheimer se manifesta geralmente a partir dos 65 anos. Essas placas envolvem os neurônios, impedindo a comunicação entre eles. No Alzheimer, esses neurônios presos se atrofiam e o paciente passa a apresentar distúrbios de memória, de comportamento e de personalidade.

Mas a pesquisa revelou uma relação surpreendente: os homens que tinham o hábito de beber cerveja tinham uma concentração de placas beta-amilóides menor do que aqueles que não bebiam. E o benefício é exclusivo da cevada: aqueles que bebiam vinho ou destilados não apresentaram redução do acúmulo da proteína.

Os cientistas ainda não entendem de que forma a cerveja se relaciona a um menor acúmulo de placas beta-amilóides. Mas sabem que todas as explicações para os sintomas do Alzheimer tem relação com o acúmulo dessas estruturas.

Os resultados também não são desculpa para sair enchendo a cara. Os cientistas não encontraram relação entre a quantidade de bebida e o tamanho das placas, então mais latinhas não significam uma proteção maior.

Se você quiser montar um combo anti-Alzheimer na sua dieta, uma xícara de café também pode ser uma boa pedida. Se a cerveja dá sinais de que não deixa as placas se acumularem, o café faz uma faxina: em testes com ratos, a substância reduziu em até 50% a quantidade de beta-amilóides já acumuladas no cérebro dos animais.

Fonte: Superinteressante.com.br

Google desenvolve pulseira para detectar câncer

Google desenvolve pulseira para detectar câncer

O Google está desenvolvendo tecnologia para diagnosticar câncer, ataques cardíacos e acidentes cardiovasculares iminentes, além de outras doenças, bem mais cedo do que é possível atualmente.

A empresa está trabalhando em um método que combina nanopartículas capazes de detectar doenças, que entrariam na corrente sanguínea do paciente através de uma pílula que seria engolida pelo paciente, com um sensor usado no pulso como um relógio.
Nanopartículas no sangue e um sensor de pulso são as apostas do Google para diagnóstico precoce de doenças como o câncer.

A ideia é identificar até as mudanças mais sutis na bioquímica da pessoa que pudessem funcionar como um sistema de alerta.

O trabalho, no entanto, ainda está em estágio inicial.

Diagnóstico precoce é considerado a chave para tratar diversas doenças. Muitos tipos de câncer, como o pancreático, são detectados apenas depois que já se tornaram intratáveis e fatais.

Há diferenças bastante marcadas entre os tecidos cancerosos e os saudáveis. Por isso, a ambição do Google é monitorar constantemente o sangue para tentar encontrar traços de câncer, permitindo que o diagnóstico aconteça antes mesmo que os sintomas físicos apareçam.

O projeto está sendo conduzido pela unidade de pesquisa da empresa, a Google X, que se dedica a investigar inovações com o potencial de serem revolucionárias.

Ele marca o direcionamento recente da companhia para o setor de saúde, após um trabalho que desenvolveu lentes de contato que medem os níveis de glicose no sangue para pacientes com diabetes e a aquisição de uma start-up que desenvolveu uma colher que se contrapõe aos tremores causados pelo Mal de Parkinson.

O Google também comprou ações da Calico, uma empresa de pesquisa de anti-envelhecimento, e a 23andMe, que produz kits pessoais de testes genéticos.

Nanopartículas
O projeto de diagnóstico é liderado por Andrew Conrad, um biólogo molecular cujo principal trabalho anteriormente foi desenvolver um teste mais barato de HIV que se tornou popular.

"O que estamos tentando fazer é mudar a medicina de algo reativo para algo proativo e preventivo", disse à BBC. "As nanopartículas nos dão a habilidade de explorar o corpo a nível molecular e celular."

O Google está desenvolvendo um conjunto de nanopartículas que se conectam a marcadores biológicos para condições diferentes. Elas podem, por exemplo, se conectar a uma célula cancerosa ou a um fragmento de DNA canceroso.

Outra possibilidade é que elas encontrem evidências de placas de gordura que estão a ponto de se libertar dos vasos sanguíneos. Eles podem causar um ataque cardíaco ou um derrame, se conseguirem interromper o fluxo de sangue.

Outro conjunto de nanopartículas poderia monitorar os níveis de substâncias químicas no sangue. Altos níveis de potássio estão ligados a doenças nos rins. O Google acredita ser possível construir nanopartículas porosas que mudam de cor ao entrar em contato com o potássio no sangue.

"A partir daí você pode juntar essas nanopartículas em um único local - os vasos superficiais no pulso - porque elas são magnéticas. Em seguida, pode perguntar a elas o que elas detectaram", explica Conrad.

Nanopartículas soltas se moveriam diferentemente em um campo magnético de outras, que estejam amontoadas em volta de uma célula cancerosa.

Em teoria, programas poderiam fazer diagnósticos estudando seus movimentos. Como parte do projeto, os pesquisadores também exploraram maneiras de usar o magnetismo para concentrar as nanopartículas temporariamente em uma área específica.

O objetivo do Google é criar uma pulseira que consiga ler as nanopartículas usando ondas de luz e de rádio uma vez por dia ou mais.

O professor Paul Workman, diretor executivo do Instituto de Pesquisa sobre o Câncer, em Londres, disse à BBC que a ideia "é maravilhosa em princípio".

Sua equipe investiga o uso de células e DNA canceroso no sangue como método de diagnóstico da doença.

'Falso positivo'
Workman alertou, no entanto, que um diagnóstico instantâneo pode aumentar a ansiedade das pessoas e levar a tratamentos desnecessários.

Por isso, segundo ele, é preciso ter "muito cuidado e fazer análises rigorosas" antes que se possa popularizar este tipo de monitoramento sanguíneo.

O projeto foi divulgado agora porque a empresa de tecnologia está buscando parcerias, mas o Google terá que enfrentar a questão dos "falsos positivos" - quando pessoas saudáveis são diagnosticadas como doentes.

O editor de saúde da BBC, James Gallagher, lembra que o mesmo debate rodeia o teste de PSA para câncer de próstata, já que a presença da enzima PSA (usada como marcador do câncer) nos homens pode aumentar mesmo sem a doença.

As partículoas poderiam encontrar evidências de placas de gordura que estão a ponto de se libertar dos vasos sanguíneos, algo que pode causar um ataque cardíaco.

"Há ainda a questão no diagnóstico em excesso. Quantas pessoas realmente precisam de tratamento ao serem diagnosticadas? Há uma controvérsia sobre as mamografias, por exemplo: para cada vida salva, três mulheres se submetem a tratamentos invasivos por um câncer que não seria fatal", diz Gallagher.

"Examinar o corpo em busca de doenças carrega em si muitos perigos. Se não for feito com cuidado, pode transformar todos nós em hipocondríacos."

Alto risco
O projeto das nanopartículas é o mais recente dos chamados "tiros para a lua" da unidade de pesquisa Google X. Outros trabalhos incluem a tentativa de criar carros sem motorista e o Projeto Loon, que pretende levar o acesso à internet para áreas remotas criando uma rede de balões atmosféricos.

Tais ideias tem potencial de lucro, mas há também um alto risco de fracasso. E o Google X admite que muitos de seus projetos foram abandonados antes de se tornarem públicos.
De acordo com o editor de tecnologia da BBC, Leo Kelion, o projeto sinaliza o esforço da empresa no campo de tecnologia de saúde, mesmo que nunca saia do papel. "A empresa nega que queria criar um serviço de diagnóstico, mas as patentes que está registrando podem se provar lucrativas", diz Kelion.

"E pode estar relacionado a isso o fato que de que o co-fundador da empresa e diretor do Google X, Sergey Brin, descobriu recentemente que uma mutação genética aumenta suas chances de desenvolver o Mal de Parkinson."

Kelion lembra, no entanto, que o Google Flu Trends - um projeto que pretendia prever a propagação do vírus da gripe com base em buscas na Internet - foi considerado um fracasso por muitos depois que pesquisadores afirmaram que, na maior parte do período de teste, ele superestimou o número de casos.
No ano passado, agências reguladoras de saúde dos Estados Unidos também proibiram a empresa 23andMe, comprada pelo Google, de vender seus kits de testes genéticos.

Por outro lado, as "lentes de contato inteligentes" do Google para diabéticos parecem promissoras. Em julho, a empresa farmacêutica suíça Novartis firmou uma parceria para licenciar a tecnologia.

fonte: Terra
A ciência recomenda: para uma vida longa, faça exercícios físicos intensos

A ciência recomenda: para uma vida longa, faça exercícios físicos intensos

Para viver mais e com saúde não basta fazer caminhadas ou dar algumas braçadas na piscina. São as atividades físicas que fazem suar e tiram o fôlego o segredo da vida longa, de acordo com estudo publicado nesta segunda-feira na revista Jama Internal Medicine, da Associação Médica Americana. Os resultados mostram quem a taxa de mortalidade daqueles que incluem exercícios vigorosos na rotina é 9% a 13% menor do que a de quem faz exercícios leves ou moderados.

"Homens e mulheres de todas as idades se beneficiam de atividades intensas, independentemente do total de tempo de atividade", afirma Klaus Gebel, pesquisador da Universidade James Cook, na Austrália e líder do estudo. "Nossas conclusões indicam que sendo ou não obeso, tendo ou não diabetes ou doenças cardíacas, se alguém pode praticar alguma atividade vigorosa ela irá oferecer benefícios significativos para a longevidade."

Atividades intensas - Para chegar a essas conclusões, a equipe de pesquisadores analisou os dados de 204 542 adultos de 45 a 75 anos entre fevereiro de 2006 a junho de 2014. Foram comparados aqueles que incluíram alguma atividade intensa em sua rotina, como corrida, aeróbica ou tênis; quem praticava atividades intensas em mais de 30% da rotina e aqueles que não praticavam atividades físicas intensas. Em seguida, os cientistas analisaram as taxas de mortalidades dos grupos.

Os resultados indicaram que aqueles que faziam alguma atividade física intensa tinham um índice de mortalidade 9% menor que aqueles que não praticavam exercícios vigorosos. Já no grupo em que a rotina de exercícios era 30% ou mais composta de atividades intensas a taxa era 13% menor.
"Mesmo pequenos episódios de atividades físicas vigorosas pode ajudar a reduzir o risco de morte precoce", explica Gebel. "Para aqueles com restrições e mesmo para quem nunca praticou esse tipo de exercícios é importante conversar com seu médico. Mas estudos anteriores mostram que alguns momentos de exercícios intensos podem ser incluídos mesmo na rotina de idosos ou daqueles que estão acima do peso."

Os pesquisadores afirmam no estudo que a descoberta pode fazer com que as atividades físicas intensas possam ser encorajadas por médicos e mesmo em diretrizes de políticas públicas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) sugere que adultos pratiquem por semana 150 minutos de atividades físicas moderadas ou 75 minutos de atividades físicas intensas. No entanto, dizem os pesquisadores, essas atividades não são equivalentes para a saúde do organismo.

Exercícios que fazem suar - Os resultados da pesquisa australiana estão de acordo com outros estudos internacionais publicados nos últimos anos que demonstram que exercícios que fazem o corpo suar bastante podem contribuir para a diminuição de doenças e o aumento da longevidade. Um deles, publicado também este ano no Jama Internal Medicine e feito por pesquisadores finlandeses sugere que tomar banhos de sauna regularmente diminuiria em 50% o risco de morrer de doenças cardiovasculares e aumentaria a longevidade. Banhos de mais de 20 minutos são aqueles que oferecem a maior proteção. De acordo com os pesquisadores, mais estudos são necessários para descobrir os mecanismos por que a sauna tem efeito na longevidade.

Fonte: Veja.com.br
Estudo mostra que exame de urina pode detectar câncer do colo do útero

Estudo mostra que exame de urina pode detectar câncer do colo do útero

Um simples exame de urina pode detectar os vírus do papiloma humano (HPV), responsáveis pelo câncer do colo do útero em grande parte dos casos, somando-se ao já tradicional papanicolau, de acordo com um estudo divulgado nesta quarta-feira, 17.

Até 80% das mulheres sexualmente ativas foram infectadas em algum momento de sua vida com os HPV, embora apenas entre 10% e 20% desenvolvam uma infecção persistente que em alguns casos pode evoluir para um câncer do colo do útero, também chamado de cervical.

Nos países desenvolvidos, as mulheres devem realizar exames periódicos papanicolau para prevenir possíveis complicações oncológicas.

Após reunir os resultados de 14 estudos que comparam a eficácia dos exames de urina existentes aos papanicolau, os pesquisadores britânicos chegaram a resultados bastante similares, embora o papanicolau continue sendo um pouco mais preciso, segundo o estudo divulgado no site da revista British Medical Journal thebmj.com

A sensibilidade desses exames é "moderada" na detecção dos casos positivos e "alta" na dos negativos. A proporção de casos positivos identificados corretamente foi de 73% enquanto a sensibilidade aos casos negativos foi de 98%.

A eficácia é maior quando a análise é realizada com a primeira urina do dia.

Os estudos foram realizados com 1.442 mulheres sexualmente ativas.

"A detecção dos HPV na urina é um método não-invasivo, de fácil acesso e mais aceitável para as mulheres", ressaltam os autores que acreditam que é possível melhorar a detecção em alguns subgrupos de população feminina reticentes em realizar o papanicolau.

Apesar disso, reconhecem que seus resultados devem ser interpretados com prudência devido às variações existentes entre os estudos e a ausência "de um método uniforme de detecção dos HPV na urina".

No comentário que acompanha o estudo, os pesquisadores de Manchester indicam que os exames de urina podem representar também alternativas "benéficas e baratas" nos países em desenvolvimento com carências em suas infraestruturas de saúde.

Fonte: opovo.com.br

Em tempos de crise hídrica, internet aquática monitora reservatórios

Em tempos de crise hídrica, internet aquática monitora reservatórios

Em plena crise hídrica e com vários mananciais brasileiros contaminados, um sensor hidrológico que usa o conceito de internet aquática, transmitindo dados para outras redes sem a necessidade de fios, surge como uma alternativa interessante para monitorar a qualidade e o volume da água em lagos, rios e tanques. O projeto, desenvolvido na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com pesquisadores das federais de Viçosa (UFV) e de Juiz de Fora (UFJF), chegou a um dispositivo de baixo custo, que pode ser fabricado e distribuído no Brasil e calcula variáveis que determinam a pureza da água: temperatura, concentração de oxigênio dissolvido, a turbidez, o pH e a condutividade elétrica.

Segundo o professor do Departamento de Ciência da Computação da UFMG (DCC/UFMG), Luiz Filipe Menezes Vieira, a ideia era criar um dispositivo que ficasse dentro da água, captando informações e transmitindo os dados por meio de uma rede aquática sem fio. De acordo com ele, o projeto partiu de uma necessidade apontada por outro professor, Ricardo Motta Pinto Coelho, do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, que trabalha com aquacultura.

“Ele precisava de um sensor que pudesse monitorar a qualidade da água, a temperatura e o nível de oxigênio dos tanques onde são criados os peixes. Isso porque o material usado com esse objetivo é importado e caro. Se estraga, não há quem conserte, e a solução é comprar outro”, diz. O Laboratório de Gestão de Reservatórios da UFMG (LGAR/UFMG), coordenado por Coelho, estuda a qualidade da água de lagos e rios há três décadas.

Para as atividades do laboratório, a equipe do professor já adquiriu muitos modelos de sondas, produzidos por vários fabricantes. Nas últimas pesquisas desenvolvidas pelo LGAR, focadas em análises de grandes reservatórios, a demanda crescente forçou a equipe do laboratório a buscar sondas mais baratas e eficientes. “O LGAR nos contatou e encomendou um software e sistemas eletrônicos e mecânicos que, acoplados, pudessem ser usados para o desenvolvimento de uma plataforma de monitoramento aquático genuinamente brasileira”, diz Luiz Filipe. Para se ter ideia, uma sonda importada custa, em média, R$ 10 mil.

Segundo o professor, uma das inovações apresentadas pela sonda HydroNode é o fato de atuar como um nó sensor aquático e transmitir dados para outras sondas, formando uma internet aquática. Os dados podem chegar à internet convencional e ser acessados em qualquer lugar do mundo.

Diante de tudo isso, Vieira, que é doutor em ciência da computação pela Universidade da Califórnia (Ucla), queria aliar a praticidade à inovação tecnológica. “O nó sensor do sistema é um elemento computacional com capacidade de processamento, sensoriamento e comunicação. Desenvolvemos hardware, software, toda a parte eletrônica e o protocolo de comunicação. Usamos ainda uma fonte de energia simples, que pode ser a pilha, para fazer o sistema funcionar.” Os outros pesquisadores envolvidos na criação do sensor são Marcos Augusto Menezes Vieira, da área de redes e sistemas embarcados do DCC/UFMG; José Augusto Miranda Nacif, da área de sistemas embarcados e circuitos integrados da UFV, câmpus Florestal; e Alex Borges Vieira, da área de redes Par a Par da UFJF.

MODEM ACÚSTICO
Como os sensores ficam dentro da água, era necessário bolar algo que transmitisse os dados com um bom alcance, principalmente pela ausência de fios. “A rede normal de internet que usamos trabalha dentro das faixas de ondas eletromagnéticas de radiofrequência, o que, dentro d'água, teria um alcance mínimo. Buscamos um modem acústico, assim como a voz humana, que tivesse um alcance bem maior. Em conjunto com esse sistema, desenvolvemos ainda uma plataforma para fazer o controle de profundidade do nosso sensor, que permite controlar até onde a sonda vai, que é 30 metros”, acrescenta Vieira.

Batizada como HydroNode, a sonda tem um funcionamento relativamente simples, segundo o professor da UFMG: “Os nós sensores captam as informações e as transmitem para uma central. A sonda pode ser usada de três maneiras. Nas duas primeiras, o objeto é preso por meio de uma âncora fixada no solo do rio ou por uma boia-plataforma na superfície. Na última, ela é solta na água e se movimenta no leito do rio, lago ou tanque analisado, sendo coletada posteriormente.”

A HydroNode também pode ser usada na aquacultura, em plataformas de petróleo e em monitoramentos de reservatórios. “No caso da aquacultura, o monitoramento do oxigênio é extremamente importante para a criação de peixes. Já nas plataformas de petróleo, a HydroNote pode alertar sobre vazamentos, evitando contaminações e desastres ambientais”, conclui Luiz Filipe. A parte de eletrônica, montagem das placas, solda de componentes, software e desenvolvimento dos protocolos ficou a cargo dos pesquisadores do DCC/UFMG, da UFJF e da UFV. Já a estrutura física da sonda foi montada por prestadores de serviço.

O protótipo está pronto, mas ainda não tem a proposta comercial desenvolvida, nem calculado qual seria seu valor. Dentro da própria UFMG, os cientistas podem pedir seu licenciamento via Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT), órgão da universidade que atua na gestão do conhecimento científico e tecnológico. O projeto contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Conforme Luiz Filipe, depois de toda a construção desse conhecimento, ainda há muito a ser feito. “Dentro dessa pesquisa, podemos melhorar o protocolo de comunicação, deixar a sonda operando remotamente sem ter de trocar a bateria, firmar a parceria comercial para produzir a sonda para o mercado, conversar com outras empresas que têm algum tipo de sensor que possa ser melhorado.”

Copasa mostra interesse por tecnologia
Consultada sobre a importância de pesquisas nesse sentido, a Companhia de Abastecimento de Água do Estado de Minas Gerais (Copasa) informou que tem grande interesse em ampliar o uso desses sensores em função da sua aplicabilidade, fornecimento de informações em tempo real e, consequentemente, evitar o envio de um número grande de análises para os laboratórios.

“Todo investimento e pesquisa nesse tipo de equipamento é muito importante para o monitoramento e controle da qualidade. Há necessidade de aperfeiçoamento tecnológico desses equipamentos, como também torná-los mais acessíveis e com menores custos. Precisamos de equipamentos que sejam mais precisos e confiáveis, não suscetíveis a interferentes químicos e físicos no processo de análises que sejam mais robustos e também para minimizar os problemas na transmissão dos dados gerados”, informou nota da companhia.

Palavra de especialista
Vladimir Caramori Borges de Souza
Professor do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Alagoas e Vice-Presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos

Ampliar informação é essencial
“Um dos grandes entraves para ações de planejamento em recursos hídricos é a informação (em quantidade – séries longas; qualidade – muitas falhas; e abrangência – vazios espaciais de informação). Para as grandes bacias hidrográficas, nossa rede de monitoramento é boa, mas, para as pequenas bacias (como as nascentes, as bacias urbanas, etc.), praticamente não dispomos de informação sistematizada por razões diversas: custo, dificuldade de operação, dificuldade de representação espacial e temporal da informação (processos rápidos). Para dar um exemplo, os níveis de rios (grandes bacias) são medidos e/ou registrados, na maioria das vezes, apenas uma vez por dia. Em pequenas bacias, 24 horas é muito tempo para reproduzir os processo que ocorrem em algumas horas (os alagamentos urbanos, por exemplo). Desta forma, as redes de sensores sem fio (WSN, da sigla em inglês) têm sido apresentadas como alternativa de baixo custo para monitorar pequenas bacias, principalmente porque permitem a transmissão de informação ponto a ponto em tempo real, o que possibilita planejar ações de curtíssimo prazo. O baixo custo desse tipo de sensor permite ampliar a abrangência espacial e, consequentemente, melhorar a resolução espacial e temporal da informação hidrológica. Uma desvantagem ainda existente nessas redes, no entanto, é a dificuldade de transmissão entre sensores em maiores distâncias (porque exigiria um custo por telefonia para o ponto centralizador) e a dificuldade de comunicação entre sensores onde há muitas interferências físicas (prédios e vegetação densa, por exemplo). Sem dúvida, é uma tecnologia que pode contribuir para melhorar a qualidade dos nossos dados e da modelagem em pequena escala, melhorando o planejamento e a ação de curto prazo. Pesquisas semelhantes têm sido desenvolvidas em bacias urbanas na cidade de São Carlos, pelos grupos do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) e da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), ambos da Universidade de São Paulo (USP).

Fonte: em.com.br 

 

A cura pelas bactérias

A cura pelas bactérias

O estudo dos micro-organismos em nosso corpo revoluciona o diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças como obesidade, câncer e diabetes

Em nosso corpo, há dez bactérias para cada célula. Juntos, esses 100 trilhões de micro-organismos pesam em torno de 2 quilos - cerca de 500 gramas a mais que nosso cérebro. E é a partir desses minúsculos, mas poderosos, micróbios que uma revolução está acontecendo na medicina. A identificação e estudo do microbioma humano — nome dado a esse conjunto de bactérias - pode, em menos de uma década, transformar o diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças como obesidade, câncer, diabetes ou transtornos mentais.

"Em pouco tempo, vamos tomar medicamentos compostos de bactérias para tratar a depressão, em vez de Prozac", afirma o médico e neurocientista John Cryan, que estuda a relação entre o microbioma humano e o cérebro na Universidade College Cork, na Irlanda. "Estamos estudando o funcionamento disso em humanos, mas os resultados são promissores e a ciência está avançando tão rápido nesse campo que, em um ou dois anos, deveremos ter publicações científicas capazes de produzir esse tipo de droga."

Projeto Microbioma Humano - O conhecimento sobre as bactérias que nos compõem é recente. Pelo menos desde o início do século XX os cientistas sabem que as bactérias que vivem em nosso corpo ajudam na digestão e na absorção de energia. O que os pesquisadores não sabiam é que o número de micróbios convivendo conosco era tão vasto e que sua atuação vai além da quebra e produção de substâncias em nosso corpo, podendo ser determinante no combate de doenças e até em nosso comportamento.

O ponto de partida para essa descoberta foram dois estudos publicados em 2004 sobre a atuação desses micro-organismos no comportamento e no desenvolvimento de quadros de obesidade. Pesquisadores japoneses mostraram que camundongos biologicamente alterados para crescerem sem nenhuma bactéria exibiam níveis muito elevados de hormônios do stress. Nos Estados Unidos, uma equipe de cientistas mostrou que o mesmo tipo de camundongo tendia a ser mais magro que os animais normais - e ganhava peso se recebesse as bactérias de um camundongo comum. Foi o gatilho para que diversos grupos ao redor do mundo se interessassem pelo assunto, que poderia ser o elemento que faltava para a compreensão de doenças crônicas como diabetes ou Alzheimer.

Três anos depois, os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês) começaram o Projeto do Microbioma Humano, com o objetivo de mapear todas as bactérias de nosso organismo. Usando o conhecimento de sequenciamento de DNA do Projeto Genoma, também do NIH, 80 instituições de pesquisa mostraram que somos formados de mais bactérias que células. Essas primeiras informações, publicadas em 2012, serão compiladas e decifradas até 2015, quando termina o programa que já consumiu 153 milhões de dólares (cerca de 350 milhões de reais) do governo americano. Na Europa, um consórcio entre instituições de oito países começou em 2008 o mesmo trabalho.

Em conjunto, os dados desses dois projetos provocaram a explosão do número de estudos sobre o impacto das bactérias na saúde humana. No ano de 2004, o site PubMed, que compila publicações científicas reconhecidas internacionalmente, registrava 166 estudos. Só nos oito primeiros meses de 2014, foram publicadas 2.141 pesquisas sobre o assunto - doze vezes mais que há dez anos.

"Vivemos uma nova compreensão do que são as doenças e a manutenção da saúde", diz o gastroenterologista Dan Waitzberg, professor da Universidade de São Paulo (USP). "Estudos recentes mostraram que nosso corpo possui cerca de 500 bactérias que jamais tinham sido vistas. Esse é um campo extremamente desconhecido e que está trazendo muitas revelações para a medicina."

Evolução médica - De acordo com Waitzberg, o conhecimento que virá da análise e interpretação do microbioma terá impacto profundo em todos os campos da saúde. "Em cerca de cinco anos, máquinas mais potentes de sequenciamento de genes poderão fazer o mapa da composição das bactérias de cada indivíduo. Com ele, será possível melhorar o diagnóstico e a prevenção de doenças, pois a falta ou multiplicação de alguns grupos de micróbios pode indicar a presença ou o potencial desenvolvimento de enfermidades", diz o médico.

Além disso, o conhecimento do tipo de bactérias presentes em nosso corpo também produzirá novos medicamentos para tratar enfermidades que ainda são um desafio para os cientistas, como diabetes ou câncer. A aposta dos cientistas é em probióticos, isto é, bactérias vivas consumidas na forma de iogurte, leite fermentado e cápsulas, normalmente usados para melhorar a digestão, ou em medicamentos que combinem tipos específicos de bactérias para agir diretamente nas enfermidades. Os cientistas já sabem que pessoas com câncer de cólon têm alterações importantes nas bactérias desse segmento do intestino. Assim, equilibrar esse microbioma por meio de uma drágea poderia ser uma maneira de prevenir a incidência da doença e impedir seu crescimento.

"Nos próximos três anos, haverá muitos probióticos novos no mercado - já há alguns na Anvisa, aguardando a aprovação. Eles serão um apoio para a dieta, que tem grande influência no microbioma e será modulada de forma a melhorar a saúde e prevenir doenças", afirma Waitzberg.

Outro campo promissor é o que está sendo estudo pelo grupo do epidemiologista brasileiro Luis Caetano Antunes, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. Em uma pesquisa publicada no fim de julho na Revista da Sociedade Americana de Microbiologia, Antunes demonstrou como uma substância produzida por um dos grupos de bactérias presentes no intestino é capaz de barrar a infecção causada por Salmonella.

"Essas moléculas produzidas pelos micróbios do nosso corpo que impedem infecções traz grande potencial terapêutico. Da mesma forma que elas impedem a Salmonella, poderiam combater qualquer outro tipo de infecção", diz Antunes. "São trilhões de bactérias, milhares de espécies que podem gerar centenas de novos produtos interessantes para nossa saúde."

O objetivo do laboratório de Antunes, um dos únicos no Brasil que se dedicam a estudar o microbioma humano, é desenvolver novos tratamentos para a tuberculose. "Se encontrarmos bactérias do trato respiratório que produzam moléculas capazes de combater essa doença, podemos desenvolver um tratamento adicional. Será um apoio para os médicos e uma alternativa quando os antibióticos não fizerem efeito, como é o caso de bactérias multirresistentes."

Combate à obesidade - A relação do microbioma humano com a obesidade e o comportamento humano são as duas áreas com pesquisas mais avançadas. Há alguns anos, os cientistas sabem que há uma relação próxima entre a obesidade e alterações na flora intestinal.

A progressão dessas pesquisas, que deverá determinar se é um organismo obeso que produz alteração na microbioma intestinal ou o contrário, poderá transformar a forma de combater a epidemia mundial que atinge quase um terço da população, além de fornecer pistas sobre o funcionamento de doenças relacionadas a ela, como diabetes. Os últimos estudos, no entanto, mostram que as bactérias de nosso intestino podem ter uma atuação muito mais complexa que uma simples relação de causa e efeito. Elas poderiam manipular o comportamento humano para ingerir certos tipos de alimentos.

Um estudo publicado no início de agosto no periódio BioEssays, por pesquisadores da Universidade da California em São Francisco e da Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, mostrou que, produzindo toxinas, hormônios e neurotransmissores similares aos humanos, as bactérias podem ser capazes de alterar nosso humor ou influenciar a transmissão de impulsos de fome ao cérebro. Assim, elas poderiam ter uma alimentação boa para elas e ruim para nós.

"Estamos começando a entender a obesidade como um problema que tem a ver com nossas bactérias, não só com a dieta. Acreditamos que elas tenham motivo e meios para mudar nosso comportamento. E esses efeitos podem causar obesidade", diz o médico Joe Alcock, pesquisador da Universidade do Novo México e um dos autores do estudo. "No entanto, não sabemos ainda se o microbioma seria uma causa importante para a doença e outros transtornos alimentares ou apenas mais um dos fatores envolvidos na obesidade."

Domínio saudável - Com esse mesmo mecanismo de manipulação, as bactérias do nosso corpo podem exercer um papel fundamental em distúrbios como stress, depressão ou autismo. Estudos liderados pelo neurocientista John Cryan, desde 2009, mostram que a microbiota do intestino tem grande influência no desenvolvimento do cérebro. E, por consequência, em nosso humor, emoções e comportamento.

"Animais biologicamente modificados para crescerem sem bactérias têm alterações no desenvolvimento do cérebro, memória e mudanças comportamentais como maior ansiedade e respostas ao stress, mostrando um perfil autista. E verificamos que alguns probióticos, ou seja, certos tipos de bactérias, como o Lactobacillus, têm efeito positivo na mente, diminuindo o stress e a ansiedade", diz Cryan.

Isso acontece porque as bactérias enviam informações aos neurônios de várias maneiras: além dos hormônios e neurotransmissores que produzem, elas também têm influência no nervo vago, que transmite as informações do intestino ao cérebro. Por isso, garantir uma microbiota saudável desde o início da vida pode ser fundamental para o bom desenvolvimento da mente e emoções.

"Algumas das maneiras mais importantes de se adquirir um microbioma saudável é por meio do parto natural e aleitamento materno, nos quais a mãe transmite suas bactérias para o bebê. Além disso, o uso excessivo de antibióticos na infância prejudica o desenvolvimento das bactérias", diz o cientista.

O laboratório de Cryan está fazendo os primeiros testes de probióticos que possam tratar depressão em humanos. Em um ou dois anos, ele espera ter trabalhos publicados que possam ser a base para o que chamou de psicobióticos — tipos de probióticos com efeitos benéficos para o comportamento. Seria uma forma de garantir que o domínio que as bactérias parecem exercer sobre nós, seja, ao menos, saudável.

"Acredito que nossa dieta, que sabemos que influencia nosso humor, combinado a psicobióticos que agem diretamente no microbioma, serão a melhor forma de aperfeiçoar nossa saúde, inteligência e cognição no futuro", diz Cryan.

Fonte: Veja on-line

EUA aprovam novo medicamento contra câncer de medula óssea

EUA aprovam novo medicamento contra câncer de medula óssea

A FDA, agência americana responsável pelo controle de remédios e alimentos, aprovou na segunda-feira um novo medicamento contra câncer de medula óssea. A droga, denominada Farydak, é fabricada pela farmacêutica suíça Novartis.

O medicamento representa uma nova classe de drogas e funciona inibindo o avanço do câncer ao bloquear as enzimas que causam a superprodução das células. Estudos da fabricante mostraram que os pacientes tratados com Farydak viveram quase cinco meses a mais sem que seu câncer se espalhasse, quando comparados àqueles tomaram uma combinação de outros medicamentos já aprovados.

Novo tratamento - Apenas pacientes que já tentaram tratamento com pelo menos outras duas drogas, incluindo o quimioterápico bortezomib, poderão ser tratados com Farydak. Entre os efeitos colaterais do medicamento estão diarreia e problemas cardíacos. A Novartis afirma o medicamento está em análise por autoridades reguladoras de outros países, além dos Estados Unidos.

O câncer de medula óssea, também chamado de mieloma múltiplo, afeta as células da medula óssea produtoras de anticorpos. As células podem se espalhar para outras partes do corpo, enfraquecer o sistema imune, causar anemia e danificar principalmente o osso e o rim. Segundo a Novartis, a patologia afeta até 5 pessoas em cada 100 000 no mundo.

Fonte: Veja.com

Sorrir fortalece o sistema imunológico e previne doenças

Sorrir fortalece o sistema imunológico e previne doenças

Dar boas gargalhadas ou simplesmente sorrir traz uma sensação prazerosa que todo mundo conhece, mas, além disso, esse simples gesto pode ser um grande aliado da sua saúde. Fortalecer o sistema imunológico, prevenir doenças, equilibrar o organismo, acabar com estresse e eliminar as rugas são apenas alguns dos benefícios de sorrir.

De acordo com o dentista Alessandro Silva, ao sorrir, o cérebro é induzido a produzir e liberar mais endorfina, neurotransmissor relacionado às sensações de prazer e bem-estar, além de ser um potente analgésico natural.

― O senso de humor e o sorriso espontâneo estão relacionados a melhor qualidade de vida e percepção de bem-estar, além de favorecer o enfrentamento de adversidades e frustrações.

O sorriso, segundo o especialista, aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial, além de provocar a vasodilatação das artérias, fazendo com que haja maior fluxo de sangue para todo o organismo.

Além do coração, o sistema respiratório também é beneficiado. Durante a risada, os pulmões passam por uma hiperventilação, o que eleva a concentração de oxigênio na circulação sanguínea e resulta em melhor distribuição de oxigênio aos tecidos.

Aliado a todos esses benefícios, Silva ainda acrescenta que a produção de células NK ― responsáveis pela defesa do nosso organismo ― aumenta ao sorrir, ocasionando uma proteção extra ao nosso corpo.

Fonte: R7
A Importância do Backup

A Importância do Backup

O que aconteceria se sua empresa perdesse todas as informações?
Estas perguntas trazem temor a qualquer administrador de empresas, perder todas as informações relevantes para o bom andamento do trabalho causa prejuízos que inicialmente não podem ser medidos.

Afinal de contas qual é o valor da informação?
Por falta de tempo ou até mesmo de conhecimento, o Backup é esquecido, ou deixado para última hora, ter disponível o backup de suas informações é a melhor ação diante de situações críticas que resultem em perda de dados.

Entre as possíveis causas para perda de dados estão: falhas no equipamento, roubo, incêndio e desastres naturais. Realize seu BACKUP diariamente e armazene em local seguro, desta forma você estará preservando o bem maior de sua empresa, seus dados.

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Saiba quais são os exames que a mulher deve fazer durante a gravidez

Saiba quais são os exames que a mulher deve fazer durante a gravidez

Um dia você acorda enjoada sem razão aparente. Ao tentar descobrir o que tem, lembra que a menstruação atrasou e começa a desconfiar que pode estar grávida. O teste da farmácia faz a dúvida virar quase que uma certeza: parece que você está esperando um bebê. Para confirmar, o ideal é ir ao médico e fazer um exame. No caso de confirmação, esse será o primeiro de muitos outros testes.
BHCG é o nome do teste que confirma com quase 100% de certeza que a mulher está grávida. Isso porque ele aponta que o hormônio HCG está presente tanto no sangue, quanto na urina da mulher. O HCG é responsável pela suspensão do ciclo menstrual durante a gestação e só existe no organismo das gestantes.

Ao comprovar a gravidez, um dos primeiros exames solicitados no pré-natal é um hemograma completo. Ele pode mostrar alguns problemas de saúde da futura mamãe, tais como: anemia, diabetes, HIV e sífilis. E também avalia-se o tipo sanguíneo da mãe, para o caso de, por exemplo, ser necessária uma cirurgia.
A pressão arterial materna é acompanhada durante toda a gestação. Esse cuidado visa ao diagnóstico precoce da pré-eclâmpsia, o que evitaria complicações durante a gravidez e também no parto.

O exame de urina detecta infecções e problemas no aparelho urinário da mulher, por isso, será feito periodicamente, durante toda a gestação. Já o exame de fezes verificará a existência de parasitas no organismo da mãe.

Durante a gestação, o ideal é que se faça ao menos três ultrassonografias. No primeiro trimestre, para determinar o tempo da gravidez e, também, para saber se a mamãe espera um ou mais bebês. Já nos outros trimestres, para monitorar a saúde do filhote, se a gravidez está transcorrendo da melhor maneira. E (claro) para as mamães curiosas descobrirem se esperam uma garota ou um menino.

No último trimestre da gestação, é feita uma coleta no colo do útero da mulher, a cultura da secreção vaginal, para detectar se há estreptococos no canal do parto. Caso seja encontrada no exame, a bactéria precisa ser eliminada para evitar que o bebê seja contaminado ao nascer.
Esses são os exames que toda grávida deve fazer. Por isso o pré-natal é tão importante. Consulte um médico assim que souber que espera um filho e faça o acompanhamento. Essa é a melhor maneira de ter uma gravidez tranquila e, principalmente, saudável! Seu bebê agradece!

Fonte R7

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